26 setembro, 2010

REUNIÃO -CONSELHO FEM DA CBSK

Elissa Steamer

Estamos convocando as skate girls para a décima reunião deste conselho para a próxima quarta-feira, 29 de Setembro, às 20 horas.
Na ocasião analisaremos por estrelas os campeonatos que aconteceram como 07 as etapas do Circuito Sampa Skate 2010, a 1.a e 2.a etapas do Circ. Maremoto, 1.a e 2.a etapa do Circ. Paulista, 1.a e 2.a etapas do Circ. Paranaense.
Assim poderemos elabrorar o Ranking CBSk de Street Feminino 2010.
Desta vez nosso encontro acontecerá no Comitê do Thiago Lobo que cedeu gentilmente seu espaço para nós.
Fica na Rua Fidalga, 479, na Vila Madalena, S. Paulo/SP, esquina com a Rua Wizard e à 10 quadras do metrô Vila Madalena e 14 do metrô Sumaré.
Na frente no local passam as linhas de ônibus 701A-10 (Metrô Vila Madalena-Pq. Edu Chaves), 748N-10 (Itaim Bibi-Terminal Lapa), 846M-10 (Vila Piauí-Shopping Ibirapuera), 847P-10 (Terminal Pirituba-Itaim Bibi), 847P-41 (Vila Zatt-Itaim Bibi) e 847P-42 (Brasilânida-Itaim Bibi).
Segue abaixo os relatórios das nove primeiras reuniões do Conselho Feminino da CBSk.
Avisando que o Ranking CBSk de Street Feminino 2009 está publicado no www.cbsk.com.br na seção Ranking.
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Criação do Conselho Feminino da CBSk


Aconteceu em 18 de Setembro na Estação Jovem de São Caetano do Sul (SP) o encontro para criação do Conselho Feminino da CBSk.
Este conselho será o canal para que a Confederação Brasileira de Skate (CBSk) possa saber quais são as principais necessidades das praticantes e competidoras e trabalhar para que o Skate Feminino melhore no país.
Na ocasião compareceram representantes das modalidades Downhill Slide/Longboard como Christie Aleixo e Brunna Separovick, Vertical como Karen Jones e de Street como Ana Paula Araújo, Evelyn Leine, Karen Lisboa, Tatiane Marques e a pequena Yasmin, além de Edson Scander da CBSk, Renata Lopes da ESPN, o profissional de Vertical Marcelo Bastos, o downhillzeiro Yago Aleixo entre outros.
Iniciando os trabalhos foi solicitado a cada skategirl presente apontar uma necessidade atual do Skate Feminino brasileiro.
Foram comentados as seguintes:

- criação da categoria profissional especificamente para meninas
- definição de melhores critérios para passagem de categorias
- desenvolvimento de condições para melhorar os patrocínios para skategirls
- criação de condições para aumentar a premiação em competições com categorias femininas
- realização de demonstrações femininas com pagamento de cachês durante campeonatos profissionais
- fomentação da difusão de informação para as praticantes saberem como melhorar o relacionamento com patrocinadores e investidores
- definição de critérios para o Ranking do Bolsa Atleta para meninas
- desenvolvimento de um trabalho de conscientização de promotores de eventos e empresários para investirem mais na categoria
- realização de ações para estimular o aumento da prática de Skate entre as meninas

Foi acordado que estes tópicos levantados serão discutidos nos próximos encontros.



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2.a reunião do Conselho Feminino da CBSk

Foi realizada a segunda reunião do Conselho Feminino da CBSk em 04 de Outubro.
O encontro ocorreu na Rua Vergueiro, n.º 2.485, ao lado do metrô Ana Rosa, em São Paulo (SP).
Lembrando que este conselho serve como canal para que a Confederação Brasileira de Skate (CBSk) possa saber quais são as principais necessidades das praticantes e competidoras, além de trabalhar para que o Skate Feminino melhore no país.
Na ocasião compareceram Ruany Caroline, Deborah Badel, Fernanda Valiati, Eliana Sosco, Renatinha Santana, Tatiane Marques, Alexandra Estalnofi, Christie Aleixo, Ana Paula de Araújo, Alessandra Vieira, Yasmin Karen e Evelyn Leine.
Também compareceram para prestigiar este trabalho os amadores Helton Fernandes e Eduardo Gabriel, o profissional Fábio Castilho e o pai da Yasmin, Sr. Wanderson Almeida, além do diretor da CBSk Edson Scander.
Como pauta a definição de critérios para o Ranking do Bolsa Atleta 2009 para meninas no Street.
Entre as propostas apresentadas para um campeonato ser válido por este Ranking estão:

- Divisão de categoria em Feminino I e Feminino II: não será exigido que o promotor ofereça as duas categorias, mas precisa definir se é Feminino I ou Feminino II que será disputada, não podendo divulgar simplesmente como Feminino.
- Estrutura: oferecer ambulância, água, alimentação, banheiro, área coberta para descanso das competidoras, iluminação, isolamento da área de competição e seguranças.
- Divulgação: através de convites via e-mail com o prazo mínimo de 1 mês avisando às participantes de ser válido pelo Ranking, além de matérias em sites especializados e cartazes.
- Cronograma: tempo de treinamento por baterias e cumprimento do cronograma anunciado antecipadamente pelo menos com uma semana.
- Qualidade da área de competição: quantidade e qualidade dos obstáculos, condizentes com o nível técnico das meninas.
- Premiação: qualidade dos prêmios seja em shapes, trucks, rodas, rolamentos, tênis (mesmos masculinos), não apenas roupas femininas, além de trófeus para as três primeiras e medalhas para as demais finalistas.
- Comissão Técnica: composta com juízas mulheres e/ou membros do Quadro de árbitros da CBSk.
- Representatividade: quantidade de competidoras, número de municípios e Estados participantes.

Assunto da próxima reunião será para qualificar por estrelas todos os critérios selecionados acima, sendo que a definição de melhores critérios para passagem de categorias ficou para reuniões futuras deste conselho..
Portanto, a partir da lista acima, faça a sua própria análise de outros critérios que podem ter ficado de fora para serem mais justos e levem para o encontro.
Também foi escolhida a Ana Paula de Araújo como responsável pelo contabilização dos pontos das participantes no Ranking para o Bolsa Atleta.



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3.a reunião do Conselho Feminino da CBSk


O terceiro encontro do Conselho Feminino da CBSk aconteceu em 25 de outubro, junto com a Session Feminina e Premiére do Skirboarders, na Pista de São Caetano do Sul (SP).
Compareceram no encontro as paulistas Alexanda Estaenofi, Andrelle Araújo, Cahrol Oliveira, Christie Aleixo, Débora de Oliveira, Evelyn Leine, Fernanda Valiati, Jade Cardia, Ligiane Xuxa, Lorenlay Crislainy, Marta Linaldi, Renatinha Paschini e Thamara Cardia mais as fluminenses Bia Sódre, Gabi Saes e Mary Jane, além de Ed Scander, Lúcio Nunes, Renan Pereira e Wanderson Almeida.
A pauta desta vez foi a qualificação por estrelas de todos os critérios para meninas no Street do Ranking do Bolsa Atleta 2009 selecionados na reunião anteiror.
Devido a divisão de categoria em Feminino 1 e Feminino 2 ser critério fundamental para um evento valer pelo Ranking, foi consenso então este ficar de fora da classificação por estrelas.
Lembrando que não será exigido que o promotor ofereça as duas categorias, mas será preciso definir se é Feminino I ou Feminino II que estará em disputa, não podendo divulgar simplesmente como Feminino para seu campeonato valer por este Rankng.
Após discussão de cada critério ficou decidido que para um evento conseguir cinco estrelas, nível máximo de pontuação no Ranking válido para o Bolsa Atleta, o promotor precisa disponiblizar os seguintes grupos de recursos:

- Estrutura: oferecer ambulância, água, alimentação, banheiro, área coberta para descanso das competidoras, iluminação, isolamento da área de competição, seguranças, quantidade e qualidade dos obstáculos condizentes com o nível técnico das meninas: valerá até 1,5 estrelas

- Comissão Técnica: composta com juízas mulheres e/ou membros do Quadro de árbitros da CBSk: valerá até 1,5 estrelas

- Divulgação / Cronograma: através de convites via e-mail com o prazo mínimo de 1 mês avisando às participantes de ser válido pelo Ranking, além de matérias em sites especializados e cartazes, tempo de treinamento por baterias e cumprimento do cronograma anunciado antecipadamente pelo menos com uma semana: valerá até 1 estrela

- Premiação: qualidade dos prêmios seja em shapes, trucks, rodas, rolamentos, tênis (mesmos masculinos), não apenas roupas femininas, além de trófeus para as três primeiras e medalhas para as demais finalistas: valerá até 0,5 estrela

- Representatividade: quantidade de competidoras, número de municípios e Estados participantes: valerá até 0,5 estrela

Conforme a quantidade de estrelas num evento, a tabela de pontuação será de acordo com o abaixo:

- 01 estrela: 400 pontos para o campeão, 380 (95% dos pontos do campeão) para o vice, 361 (95% dos pontos do vice) para o terceiro e asim por diante até o último colocado
- 02 estrelas: 600 pontos para o campeão, 570 (95% dos pontos do campeão) para o vice, 542 (95% dos pontos do vice) para o terceiro e asim por diante até o último colocado
- 03 estrelas: 800 pontos para o campeão, 760 (95% dos pontos do campeão) para o vice, 722 (95% dos pontos do vice) para o terceiro e asim por diante até o último colocado
- 04 estrelas: 900 pontos para o campeão, 855 (95% dos pontos do campeão) para o vice, 812 (95% dos pontos do vice) para o terceiro e asim por diante até o último colocado
- 05 estrelas: 1.000 pontos para o campeão, 950 (95% dos pontos do campeão) para o vice, 903 (95% dos pontos do vice) para o terceiro e asim por diante até o último colocado

Ficou acordado também que nas reuniões do Conselho Feminino da CBSk serão analisados os eventos acontecidos no período que ofereçam as categorias Feminino 1 e/ou 2 quando será definido a quantidade de estrelas recebidas em cada campeonato.
A próxima reunião serão discutidas as regras para passagem de categoria do Feminino 2 para o Feminino 1.


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4.a reunião do Conselho Feminino da CBSk

O Conselho Feminino da CBSk está com os trabalhos a todos vapor e o quarto encontro aconteceu em 08 de Novembro, no CEU Aricanduva em São Paulo (SP) ao lado do Shopping Aricanduva.
Na ocasião compareceram Cintia Augusta, Marta Linaldi e Miriam Alves representando o Street, Renatinha Paschini representando o Vertical, Christie Aleixo pelo Downhil Speed e Longboard, Bruna Goveti pelo Slalom e Raquel Freitas pelo Downhill Slide além de Ed Scander pela CBSk e Diego Santos como ouvinte.
A pauta desta vez foi a definição dos critérios para passagem de categoria em Feminino II e Feminino I em todas modalidades (Street, Mini Ramp, Banks, Downhill Slide, Longboard etc).
Antes houve uma retropesctiva do que aconteceu nos encontros anteriores conforme a seguir:

* Em 18 de Setembro, na Estação Jovem de São Caetano do Sul (SP), as meninas presentes listaram as necessidades da categoria para um desenvolvimento mais adequado como:

- definição de critérios para o Ranking do Bolsa Atleta para meninas
- definição de melhores critérios para passagem de categorias
- fomentação da difusão de informação para as praticantes saberem como melhorar o relacionamento com patrocinadores e investidores
- desenvolvimento de condições para melhorar os patrocínios para skategirls
- desenvolvimento de um trabalho de conscientização de promotores de eventos e empresários para investirem mais na categoria
- criação de condições para aumentar a premiação em competições com categorias femininas
- realização de ações para estimular o aumento da prática de Skate entre as meninas
- criação da categoria profissional especificamente para meninas
- realização de demonstrações femininas com pagamento de cachês durante campeonatos profissionais


* Em 04 de Outubro, na sede da UBES/UPES ao lado do metrô Ana Rosa em S. Paulo (SP), quando foram definidos critérios para o Ranking do Bolsa Atleta 2009 para meninas. Também foi escolhida a Ana Paula de Araújo como responsável pelo contabilização dos pontos das participantes no Ranking para o Bolsa Atleta.


* Em 25 de outubro junto com a Session Feminina e Premiére do Skirboarders, na Pista de São Caetano do Sul (SP), as skategirls definiram os pesos em "estrelas" de cada item no Ranking do Bolsa Atleta 2009 para meninas:

- Estrutura: oferecer ambulância, água, alimentação, banheiro, área coberta para descanso das competidoras, iluminação, isolamento da área de competição, seguranças, quantidade e qualidade dos obstáculos condizentes com o nível técnico das meninas: valendo até 1,5 estrelas
- Comissão Técnica: composta com juízas mulheres e/ou membros do Quadro de árbitros da CBSk: valendo até 1,5 estrelas
- Divulgação / Cronograma: através de convites via e-mail com o prazo mínimo de 1 mês avisando às participantes de ser válido pelo Ranking, além de matérias em sites especializados e cartazes, tempo de treinamento por baterias e cumprimento do cronograma anunciado antecipadamente pelo menos com uma semana: valendo até 1 estrela
- Premiação: qualidade dos prêmios seja em shapes, trucks, rodas, rolamentos, tênis (mesmos masculinos), não apenas roupas femininas, além de trófeus para as três primeiras e medalhas para as demais finalistas: valendo até 0,5 estrela
- Representatividade: quantidade de competidoras, número de municípios e Estados participantes: valendo até 0,5 estrela

Ficou acordado também que as análises dos os eventos que ofereçam as categorias Feminino 1 e/ou 2 acontecidos no período serão feitas durante as reuniões do Conselho Feminino da CBSk, quando será definido a quantidade de estrelas recebidas em cada campeonato e pontuação de cada uma de suas participantes.
Conforme a quantidade de estrelas num evento, a tabela de pontuação será de acordo com o abaixo:

- 01 estrela: 400 pontos para a campeã, 380 (95% dos pontos do campeão) para a vice, 361 (95% dos pontos do vice) para a terceira e asim por diante até a última colocada
- 02 estrelas: 600 pontos para a campeã, 570 (95% dos pontos do campeão) para a vice, 542 (95% dos pontos do vice) para a terceira e asim por diante até a última colocada
- 03 estrelas: 800 pontos para a campeã, 760 (95% dos pontos do campeão) para a vice, 722 (95% dos pontos do vice) para a terceira e asim por diante até a última colocada
- 04 estrelas: 900 pontos para a campeã, 855 (95% dos pontos do campeão) para a vice, 812 (95% dos pontos do vice) para a terceira e asim por diante até a última colocada
- 05 estrelas: 1.000 pontos para a campeã, 950 (95% dos pontos do campeão) para a vice, 903 (95% dos pontos do vice) para a terceira e asim por diante até a última colocada


Depois de apresentado o que aconteceu e ficou decidido nas reuniões anteirores, as presentes conversaram e analisaram os melhores critérios para passagem de categoria em Feminino II e Feminino I.
Após de escutarem as diferentes opiniões e haverem muitos consensos, o Conselho Feminino da CBSk decidiou que a partir de 2009 as seguintes regras estarão valendo:

- Para uma menina que compete no Feminino 2 passar para o Feminino 1 deverá permanecer nesta categoria no mínimo 2 anos e no máximo em 4 anos deverá virar Feminino 1
- O primeiro campeonato que a menina competir no começo do ano definirá sua categoria na temporada
- Se não houver numa competição a categoria Feminino 2, as skategirls do Feminino 2 poderão competir com as do Feminino 1 não sendo obrigada a passar de categoria
- Se uma skategirl do Feminino 2 competir no Feminino 1 num campeonato que não é oferecida a categoria Feminino 2, seus pontos não valerão para o Ranking do Bolsa Atleta
- Se uma menina correr no Feminino 1 havendo Feminino 2 no mesmo campeonato, ela não poderá voltar para Feminino 2, porém se esta não tiver 2 anos de competição será impedida de participar deste evento
- As competidoras do Feminino 1 não poderão competir no Feminino 2 de nenhuma maneira, mesmo se num campeonato não haver Feminino 1.

Estas regras poderão ser alteradas no futuro caso seja vontade do Conselho Feminino da CBSk e este se reunir para tanto.
Com estas quatro reuniões do Conselho Feminino da CBSk passos importantes foram dados para evolução das skategirls brasileiras e logo os primeiros frutos deste trabalho irão aparecer.
A CBSk agradece a todos que participaram deste conselho até o presente momento como Alessandra Vieira, Alexandra Estalnofi, Ana Paula de Araújo, Andrelle Araújo, Bia Sódre, Bruna Goveti, Brunna Separovick, Cahrol Oliveira, Christie Aleixo, Cintia Augusta, Débora de Oliveira, Eliana Sosco, Evelyn Leine, Fernanda Valiati, Gabi Saes, Karen Jones, Karen Lisboa, Jade Cardia, Ligiane Xuxa, Lorenlay Crislainy, Marta Linaldi, Mary Jane, Miriam Alves, Raquel Freitas, Renata Lopes, Renatinha Paschini, Renatinha Santana, Ruany Caroline, Tatiane Marques, Thamara Cardia e Yasmin Karen além de Diego Santos, Ed Scander, Eduardo Gabriel, Fábio Castilho, Helton Fernandes, Lúcio Nunes, Marcelo Bastos, Renan Pereira, Yago Aleixo e Wanderson Almeida que prestigiaram os encontros.


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5.a reunião do Conselho Feminino da CBSk

Neste fim de semana em Niterói (RJ) realizamos a 5.a reunião do Conselho Feminino da CBSk para analisar alguns dos campeonatos de Street que oferecem as categorias Feminino 1 e/ou 2 este ano.
O encontro aconteceu no domingo, 21 de Dezembro, na Wave Rock durante a última etapa do Circuito Selim Brasil.
Estavam presentes as seguintes skatistas: Ellen Magrela de Paraisópolis (MG), Aline Soares de Vitória (ES), Karina Bamboo e Camila Prozac de Rio das Ostras (RJ), Ainaram, Luma Frem e Bia Sodré de Niterói (RJ), Débora Belinha de São Gonçalo (RJ), Mary Jane de S. João do Meriti (RJ), Tatiane Marques de S. Bernardo do Campo (SP), Aline Priscila de S. Bento do Sapucaí (SP), Ligiane Xuxa, Débora Badel e Fernanda Valiati de São Paulo (SP).
Também prestigiaram do acontecimento os árbitros da CBSk Erick Fernandez do Rio de Janeiro (RJ), Welson Shindo de Mauá (SP) e Ed Scander de S. Caetano do Sul (SP).
Na ocasião as meninas presentes decidiram por unanimidade que o Feminino 1 será considerado para o Bolsa Atleta como a categoria Principal (atletas com idade a partir de 14 anos e com nível técnico mais elevado) enquanto o Feminino 2 servirá como categoria Intermediária (atletas entre 17 e 23 anos de idade).
Esta decisão foi tomada pois o Ministério do Esporte obriga a adaptar as categorias de cada esporte entre Principal, Intermediária e Iniciante (atletas com idade entre 14 e 16 anos) e como no Skate existe apenas duas categorias, as skategirls precisam optar.
Sendo assim se alguma competidora do Feminino 2 que ficar entre as três primeiras do Ranking para o Bolsa Atleta tiver idade abaixo de 17 anos ou acima de 23 anos não poderá pedir o benefício, infelizmente.
Também se uma das três skatistas do Feminino 1 tiver menos de 14 anos não conseguirá o Bolsa Atleta, porém neste categoria Principal não há limite de idade.
Outra decisão tomada nesta 5.a reunião do Conselho Feminino foi definir melhor os pontos para as campeãs dos eventos de acordo com as estrelas já que será possível um campeonato receber 0,5 estrela ou 4,5 estrelas.
Desta forma foi definido que será seguida a seguinte tabela:

- 5,0 estrelas: valendo 1000 pontos para as campeãs de cada categoria, 950 pontos para as vices, 902 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 4,5 estrelas: valendo 950 pontos para as campeãs de cada categoria, 902 pontos para as vices, 857 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 04 estrelas: valendo 900 pontos para as campeãs de cada categoria, 855 pontos para as vices, 812 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 3,5 estrelas: valendo 850 pontos para as campeãs de cada categoria, 808 pontos para as vices, 767 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 03 estrelas: valendo 800 pontos para as campeãs de cada categoria, 760 pontos para as vices, 722 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 2,5 estrelas: valendo 750 pontos para as campeãs de cada categoria, 713 pontos para as vices, 677 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 02 estrelas: valendo 600 pontos para as campeãs de cada categoria, 570 pontos para as vices, 542 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 2,5 estrelas: valendo 500 pontos para as campeãs de cada categoria, 475 pontos para as vices, 452 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 01 estrela: valendo 400 pontos para as campeãs de cada categoria, 380 pontos para as vices, 361 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 0,5 estrela: valendo 300 pontos para as campeãs de cada categoria, 285 pontos para as vices, 271 para as terceiras colocadas e assim por diante

Após uma minuciosa avaliação os eventos ganharam as seguintes estrelas:

- Copa SP Skateparameninas em São Paulo (SP): 5,0 estrelas;
- 1.a etapa da Copa Rio Skate em Angra dos Reis (RJ): 4,0 estrelas;
- 2.a etapa da Copa Rio Skate em Teresópolis (RJ): 4,0 estrelas;
- 1.a etapa da Circuito Selim Brasil em São Paulo (SP): 3,5 estrelas;
- 2.a etapa da Circuito Selim Brasil em Cachoeira de Minas (MG): 3,5 estrelas;
- 3.a etapa da Circuito Selim Brasil em Niterói (RJ): 3,5 estrelas.

Como não haviam muitas skategirls presentes que participaram do Circuito SampaSkate 2008, deixamos para analisá-lo numa próxima reunião deste conselho que deve acontecer em S. Paulo para com isto podermos finalizar o Ranking 2009 e divulgá-lo.
Após a finalização deste trabalho, marcaremos mais outra reunião para discutir a difusão de informação para as praticantes melhorarem o relacionamento com patrocinadores e investidores.


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6.a reunião do Conselho Feminino da CBSk

No último dia 19 de Janeiro o Conselho Feminino da CBSk se reuniu no Habib's situado à Rua Rodrigues Alves em S. Paulo (SP) para analisar as etapas do Circuito SampaSkate e assim finalizar o Ranking para o Bolsa Atleta deste ano.
Na ocasião compareceram Evelyn Leine, Leni Cobra, Jéssica Quinha, Ligiane Xuxa, Fernanda Valiati, Déborah Badel, Hiolanda Silveira, Ana Paula Araújo, Tatiane Marques e Yasmin, além de Ed Scander, Lúcio Ricardo, Wanderson e esposa.
Começando o encontro foram esclarecidos dúvidas sobre o Bolsa Atleta e revisadas as decisões das cinco primeiras reuniões.
Após análise das etapas do SampaSkate ficou decidido que todas as etapas receberão 04 estrelas sendo que a campeã ganhará 900 pontos e as demais 95% dos pontos da colocação anterior.
Ficou definido que a Ana Paula Araújo elaboraria o Ranking de Street Feminino 2008 e estaria repassando para a CBSk divulgá-la em breve.
Lembrando que conforme decisão na 5.a reunião do Conselho Feminino da CBSk realizada em Niterói (RJ) apenas as 7 maiores pontuações de cada competidora serão validos para a elaboração deste Ranking.


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7.a reunião do Conselho Feminino da CBSk

No último sábado, 24 de Outubro, na Pista do Sumaré em São Paulo (RJ) aconteceu a 7.a reunião do Conselho Feminino da CBSk.
Lembrando que em 2008 foi criado o Conselho Feminino e realizadas 5 reuniões enquanto que neste ano aconteceram dois encontros.
O objetivo principal desta vez era analisar alguns dos campeonatos de Street deste ano para verificar quais ofereceram as categorias Feminino 1 e/ou 2 e assim serem válidos pelo Ranking para o programa federal Bolsa Atleta do Ministério do Esporte.
Compareceram as seguintes skatistas: Karina Bamboo de Rio das Ostras (RJ), Ruany Caroline de Caieiras (SP), Renatinha Paschini e Tatiane Marques de S. Bernardo do Campo (SP), Ligiane Xuxa, Lilian Verônica, Evelyn Leine e Fernanda Valiati de São Paulo (SP), além de Ed Scander, representando a CBSk.
Iniciando os trabalhos Ed Scander fez uma retrospectiva das seis primeiras reuniões deste conselho e o que foi decidido anteriormente.
As presentes aproveitaram a oportunidade para debater sobre a necessidade de criar a categoria Profissional Feminina e algumas sugestões foram feitas como por exemplo das skategirls profissionais competirem junto com os amadores 1.
Após muito debate alertou-se pelo problema de não haver promotores de evento ainda interessado de realizar competições com a categoria Profissional Feminina, além que mesmo os rapazes profissionais tem de viajar até cidades distantes para poderem competir, pois são raras as competições profissionais nos grandes centros.
Caso as skatistas se profissionalizarem sem um patrocinador forte para bancá-las em viagens para onde acontecem estas disputas profissionais, não consegueria viabilizar a categoria Profissional Feminina.
Ficou de discutir sobre este importante assunto nas próximas reuniões.
Quanto aos campeonatos com capacidade de valer para o Ranking do Bolsa Atleta, vale ressaltar que alguns torneios quase atenderam as exigências do Conselho Feminino da CBSk, mas falharam em um ou outro requesito. Lembrando que não vale os torneios que não divulgarem se oferecem Feminino 1 e/ou Feminino 2 tanto pelos cartazes quanto pelos textos nos sites/revistas.
Foram eles:

- 2.a etapa do Circuito Maremoto em Barretos (SP): divulgou no cartaz o Feminino 1, mas não fez menção nos textos enviados para a imprensa;
- 2.a etapa do Circuito Pinda Consciente em Pindamonhangaba (SP): não divulgou no cartaz, mas fez menção nos textos enviados para a imprensa que ofereceria o Feminino 2;
- A Toca & Fort em Santos (SP): trocou as regras do Feminino 1 tornando a categoria com skatistas inexperientes e o Feminino 2 com as mais experientes em competições.

Após uma minuciosa avaliação das demais competições, as selecionadas foram:

- Circuito Sampa Skate em São Paulo (SP) com até agora 06 etapas realizadas que ofereceram as categorias Feminino 1 e Feminino 2;
- Campeonato Finn Read em Caxambu (MG) que ofereceu Feminino 1 e Feminino 2;
- 3.o Campeonato de Skate de Olímpia (SP) que ofereceu Feminino 1;
- Seletiva piauiense da Copa Nordeste Myllys em Timon (MA) que ofereceu Feminino 2;
- 1.a etapa do Circuito Pinda Consciente em Pindamonhangaba (SP) que ofereceu Feminino 2.

Como não haviam skategirls presentes que participaram destes campeonatos, deixamos para qualificar as estrelas na próxima reunião deste conselho que acontecerá neste sábado, 31 de Outubro, na Praça Roosevelt em São Paulo, logo após o termino do CONSbo Skateparameninas.
Esperamos poder contar com o máximo de garotas presentes e assim contribuir com a evolução das categorias femininas no Brasil.


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8.a reunião do Conselho Feminino da CBSk


No dia 31 de Outubro, na Praça Roosevelt em São Paulo, logo após o termino do CONSbo Skateparameninas realizamos a 8.a reunião do Conselho Feminino da CBSk para qualificar por estrelas alguns dos campeonatos de Street que oferecem as categorias Feminino 1 e/ou 2 este ano.
Estavam presentes Ana Paula de Araújo, Daniele Martins, Débora Badel, Eliana Sosco, Jennifer Santos, Leni Cobra, Ligiane Xuxa, Pamella de Oliviera, Priscila Morais, Renata Christina, Thaís Braga e Thamara Cardia de São Paulo (SP), Hiolanda Silveira de Campo Limpo Paulista (SP), Karina Bamboo de Macaé (RJ), Tatiane Marques de S. Bernardo do Campo (SP), Ruany Mollinari de Caieiras (SP), Jéssica Florêncio de Artur Nogueira (SP), além de Ed Scander, representando a CBSk.
Começando os trabalhos continuou-se o debate sobre a categoria Profissional Feminina iniciada na reunião anterior.
Priscila Morais alertou que para se profissionalizar, as meninas precisam além de ter nível técnico também ter atitude profissional e patrocinador interessado em pagar salários condizentes.
Ana Paula de Araújo comentou que havendo poucas competidoras profissionais e consequentemente poucas inscrições, desmotivariam os promotores oferecerem a categoria Profissional Feminina, então sugeriu que no príncipio as meninas que se profissionalizarem deveriam competir juntos com os homens.
Eliana Sosco, Ligiane Xuxa e Jéssica Florêncio comentaram que seus atuais patrocinadores pagariam salários e custeariam as despesas de viagem mesmo se fossem para eventos em Estados distantes de sua residência.
Elas juntamente com a Tatiane Marques disseram que pagariam R$ 150,00 a R$ 200,00 de inscrição para competir em campeonatos profissionais.
Finalizando o assunto as meninas interessadas em profissionalizar ficaram de discutir com seus patrocinadores a respeito.
Porém o objetivo principal do encontro era analisar alguns dos campeonatos de Street e qualificá-los em estrelas para o Ranking para o programa federal Bolsa Atleta do Ministério do Esporte.
Lembrando não valer os torneios que não divulgaram se ofereceram Feminino 1 e/ou Feminino 2 tanto pelos cartazes quanto pelos textos nos sites/revistas.
As competições selecionadas na 7.a reunião deste conselho receberam uma minuciosa avaliação das skategirls que competiram nelas conforme o seguinte:

- Circuito Sampa Skate em São Paulo (SP) Feminino 1 e Feminino 2: faltou água mineral oferecida pela organização, a premiação é somente trófeus, eram poucos árbitros da CBSk e não houve juízas = 04 estrelas

- Campeonato Finn Read em Caxambu (MG) Feminino 1 e Feminino 2: obstáculos mal construídos, não ofereceram lanches, não havia árbitros da CBSk e a premiação ficou muito a desejar = 02 estrelas

- 3.o Campeonato de Skate de Olímpia (SP) Feminino 1: não teve enfermeiro nem material de primeiros socorros, não ofereceram lanches, não havia árbitros da CBSk e a premiação ficou a desejar = 04 estrelas

Lembrando conforme decisão na 5.a reunião do Conselho Feminino os pontos para as campeãs dos eventos de acordo com as estrelas seguem a seguinte tabela:

- 5,0 estrelas: valendo 1000 pontos para as campeãs de cada categoria, 950 pontos para as vices, 902 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 4,5 estrelas: valendo 950 pontos para as campeãs de cada categoria, 902 pontos para as vices, 857 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 04 estrelas: valendo 900 pontos para as campeãs de cada categoria, 855 pontos para as vices, 812 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 3,5 estrelas: valendo 850 pontos para as campeãs de cada categoria, 808 pontos para as vices, 767 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 03 estrelas: valendo 800 pontos para as campeãs de cada categoria, 760 pontos para as vices, 722 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 2,5 estrelas: valendo 750 pontos para as campeãs de cada categoria, 713 pontos para as vices, 677 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 02 estrelas: valendo 600 pontos para as campeãs de cada categoria, 570 pontos para as vices, 542 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 2,5 estrelas: valendo 500 pontos para as campeãs de cada categoria, 475 pontos para as vices, 452 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 01 estrela: valendo 400 pontos para as campeãs de cada categoria, 380 pontos para as vices, 361 para as terceiras colocadas e assim por diante;
- 0,5 estrela: valendo 300 pontos para as campeãs de cada categoria, 285 pontos para as vices, 271 para as terceiras colocadas e assim por diante

Como não haviam skategirls presentes que participaram da Seletiva piauiense da Copa Nordeste Myllys em Timon (MA) e da 1.a etapa do Circuito Pinda Consciente em Pindamonhangaba (SP), ambas que ofereceram o Feminino 2, estes eventos não foram qualificados na ocasião.
Então posteriormente foram enviados e-mails para Júlio Detefon (que esteve em Timon) e Ellen Magrela (que participou do Pinda Consciente) para nos ajudar na qualificação das estrelas destes campeonatos.
Logo que recebermos notícias sobre o que aconteceu nestes eventos, estaremos comunicando a todas.
E finalizando este relatório, aproveitamos para avisar que o Toninho da Switch, organizador do Circuito Paulista de Skate, nos informou que oferecerá a categoria Feminino 1 durante a última etapa de 2009 em Ribeirão Preto (SP) em 12 e 13 de Dezembro.

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9.a REUNIÃO CONSELHO FEMININO CBSk


Aconteceu durante o Festival Feminino de Skate no Parque Radical de São Bernardo do Campo (SP) em 21 de Março a nona reunião do Conselho Feminino da CBSk.
Na ocasião compareceram as seguintes skatistas Jéssica Quinha de Arthur Nogueira, Ruany Caroline de Caieiras, Ariane Peres de Sorocaba, Renatinha Paschini e Tatiane Marques de S. Bernardo do Campo, Ana Paula de Araújo, Débora Badel, Ligiane Xuxa, Thaís Braga e Miriam Santos de S. Paulo.
Ed Scander, representando a CBSk, antes de iniciar os trabalhos,esclareceu dúvidas sobre o programa federal Bolsa Atleta do Ministério do Esporte para as meninas presentes.
Mas o principal objetivo era finalizar a análise dos eventos válidos pelo Ranking CBSk de Street Feminino 2009 que aconteceram em Novembro e Dezembro do ano passado:

- Copa Rio Skate: 13 a 15 de Novembro – Volta Redonda (RJ
- V Open Rio das Ostras: 28 e 29 de Novembro - Rio das Ostras (RJ)
- 4.a etapa do Circuito Paulista: 05 e 06 de Dezembro – Ribeirão Preto (SP)
- Skate para Meninas Street Show: 20 de Dezembro – São Paulo (SP)

Após depoimentos de skatistas que competiram ficou decidido às seguintes estrelas para cada evento:

- Copa Rio Skate: 04 estrelas ou seja 900 pontos para a campeã
- 4.a etapa do Circuito Paulista: 04 estrelas ou seja 900 pontos para a campeã
- Skate para Meninas Street Show: 05 estrelas ou seja 1000 pontos para a campeã

Como não havia competidores do torneio V Open Rio das Ostras em Rio das Ostras (RJ) nesta reunião do Conselho Feminino da CBSk, ficou decidido levantar as informações para definir as estrelas.
Também até aquele momento não havíamos recebido informações sobre a Seletiva piauiense da Copa Nordeste Myllys em Timon (MA) e da 1.a etapa do Circuito Pinda Consciente em Pindamonhangaba (SP) que dependiam do envio de informações a fim de serem analisadas.
Entretanto tais dados foram enviados à CBSk posteriormente, sendo definido as seguintes estrelas conforme regras do Conselho Feminino:

- Copa Nordeste Myllys: 3,5 estrelas ou seja 8 50 pontos para a campeã
- 1.a etapa do Circuito Pinda Consciente: 03 estrelas ou seja 800 pontos para a campeã
- V Open Rio das Ostras: 2,5 estrelas ou seja 700 pontos para a campeã

Com as informações recebidas o Ranking CBSk de Street Feminino foi finalizado pela Ana Paula de Araújo e está publicado no site da CBSk (www.cbsk.com.br) na seção Ranking.

23 setembro, 2010

ELEIÇÕES: DILMA NÃO! e nem homem q bate em mulher




Gente, é sério não da para levar as coisas na brincadeira ou só por não ter informação suficiente deixar ser levado pela midia e etc. A midia ja faz mal ao cerebro sem ser em épocas de eleições, imagina agora?

Dilma não
Tiririca jamais!!!!!

Netinho então...
O Netinho bate em mulher
, tem um programa hipocrita, que ganha ibope em cima da miseria e do apelo... Não deixem isso acontecer...é muita ignorancia envolvida.
Fora as bitchs que estão se elegente e os comediante.
Lugar de comediante é fazendo comedia.....
" PIOR DE QUE ESTA NÃO FICA?" fica sim.....e muito se colocar um cara q tem como profissão a piada.
Levar um pais como este não é tarefa facil....
Nós temos um os maiores paises no mundo e no entanto é um dos mais miseraveis.
Chega disso.

Sei que os canditados não são os melhores....
Mas pensem bem para deixar a situação menos pior.
Ja são 8 anos de PT no comando. Esta na hora de mudar e ver no que da.

Pensem skatistas, pq podemos mudar sim o Brasil e vamos!
pq não somos robos do sistemas, somos muitos mais.... somos pensantes

vote conciente e não deixem estas pessoas q estão com tiração nos tirar.
respeito sempre!


Tat Marques
.:.

22 setembro, 2010

ADELITA ,SKATISTA,SAIU NA CONTIGO....


só uma obs.
a Adelita foi a pessoa que me ensinou ,incentivou e me fez ter um olhar particular

no skate . Foi muito minha amiga e ainda é. Muitas sessoes , viajens fodas aconteceram... boas epocas.
Agradeço e sou feliz por ve la bem e com uma familia linda.
T.:.M


Gente & Histórias: Amor sem fronteiras
A skatista Adelita Garrido Montero se apaixonou por um americano

Por Mayra Dias Gomes









Adelita avistou Francis pela primeira vez em uma boate descolada de São Paulo, quando estava se despedindo do Brasil para embarcar para a Califórnia, nos Estados Unidos. Francis era gringo, estava no país a trabalho e havia sido carregado para a balada por um sócio. ''Eu estava comemorando meus últimos dias em São Paulo, pois ia participar de dois campeonatos de skate e de uma feira de negócios em San Diego e Orange County. Ouvi alguém falando inglês, o que era bem incomum, e me dirigi até a pessoa para testar minhas habilidades com a língua.

Acabou que o cara era da Califórnia e eu contei pra ele sobre minha carreira como skatista e sobre como minha agenda estava nos próximos meses. Senti-me atraída desde aquele início.'' Os dois trocaram telefones e encontraram-se na noite seguinte. ''Eu fui até Santo André para buscá-la. Ela me mostrou São Paulo e depois fomos assistir a um show de reggae'', lembra Francis.

Ao aterrissar na Califórnia, em agosto de 2000, Adelita ligou para o escritório do americano. Mesmo estando a duas horas de distância, ele pegou o carro e foi vê-la. ''Eu a convidei para jantar e dirigi pela costa de Del Mar no meu conversível. Estávamos nos apaixonando.'' Em dezembro de 2000, o visto de turismo de Adelita expirou, obrigando-a a dizer adeus e voltar para o Brasil. Assim que chegou, percebeu que sentia saudade de Francis.

''Em fevereiro de 2001, surgiu a oportunidade de participar de outro campeonato em Long Beach. Consegui outro visto de turista, liguei para Fran e decidimos que eu ia ficar na casa dele em Seal Beach. Logo estávamos discutindo nosso futuro juntos, e eu queria que ele conhecesse minha família. Pensávamos em nos casar e eu começaria a estudar.'' Adelita se cadastrou em alguns cursos de uma faculdade e conversou com uma conselheira de lá para saber o que precisaria para conseguir um visto de estudante. Ela preparou a papelada e, em seguida, o casal pegou um avião para o Brasil para encontrar os pais dela.

''Quando fomos ao consulado em São Paulo para mudar meu visto de turista para um visto de estudante, não somente negaram o de estudante como cancelaram o de turista que ainda não tinha expirado. Foi um pesadelo. Disseram que eu estava passando mais tempo nos Estados Unidos do que no Brasil.'' ''Ficamos arrasados'', lembra Francis. ''Estávamos muito apaixonados e fomos forçados a dizer adeus por tempo indeterminado. Tive de voltar pra casa sozinho. Adelita ficou no Brasil tentando conseguir novo visto, mas era continuamente negado.''

Desesperado, o americano pediu conselhos a um advogado de imigração, que disse para ele trazer sua namorada para os Estados Unidos pelo México e, depois, casar-se com ela, achando que, assim, poderiam ajustar o status dela. Num momento de impulso e saudade, Adelita embarcou para a Cidade do México, onde pegou uma conexão para Tijuana. ''Era 4 de julho e haviam muitos carros na estrada. Pessoas demais estavam voltando do feriado e era a oportunidade perfeita para pegar carona até San Diego. Foi exatamente o que eu fiz.

Passei pela fronteira sem responder a pergunta alguma. Foi simples.'' ''No dia 5 de julho de 2001, eu e Adelita nos encontramos novamente. Eu me ajoelhei e a pedi em casamento. Ela imediatamente disse 'sim' e nos casamos cinco dias depois, em Las Vegas.'' Francis e Adelita estavam nas nuvens. Depois do casamento relâmpago, encontraram-se com um conselheiro de imigração que os informou que, que a brasileira estava casada com um cidadão americano, poderia dar entrada para sua residência permanente nos Estados Unidos. Os recém casados, mais uma vez, preencheram a papelada necessária. E receberam outra notícia terrível. A imigração rejeitou o pedido dela por ter entrado no país sem qualquer inspeção.


''Eu não estava entendendo nada, era tudo muito complicado. Ninguém havia me dito que se eu ficasse nos Estados Unidos ilegalmente por dois anos, estaria sujeita a 'ten year bar'. Quando você fica mais de um ano ilegalmente, só pode tentar entrar no país novamente depois de dez anos. Foi muito doloroso quando me dei conta do que eu havia feito.''

''Rezávamos por uma mudança''

Adelita ficou nos Estados Unidos e, em 2002, descobriu que estava grávida. O casal decidiu que não podia abandonar o negócio, que ia bem. ''Durante esse tempo, ela foi para a faculdade aprender inglês. Adelita também tinha um plano de saúde por meio da minha companhia e nosso casamento estava cada vez mais confortável. Rezávamos por uma mudança nas leis deimigração, pois, na época, havia uma discussão grande no país, mas nada aconteceu.

Pensei em vender meu negócio para focar na Adelita, no nosso casamento e me mudar para o Brasil, mas ela não queria que eu largasse meu sonho de ser dono da própria companhia. Ela também tinha medo de que eu me arrependesse de ter me casado com ela. Concordamos em não separar a família e decidimos esperar.'' Anos se passaram. Longe da família brasileira, Adelita se remoeu e sofreu.

Em 2009, sua carteira de motorista expirou. Para renová-la, teria de provar que era residente permanente. Sem poder dirigir, sua vida tornou-se insuportável. Não podia buscar seu filho na escola, não podia sequer ir ao supermercado. Sua existência tornou-se inútil e em abril de 2009 deu à luz outra criança. ''Foi aí que decidimos recomeçar o processo de imigração para pedir que o governo dos Estados Unidos perdoasse Adelita por sua moradia ilegal e retirasse a penalidade da 'ten year bar'.

Foi muito doloroso, mas sabíamos que era hora de lidar com as decisões que tomamos em 2001'', conta Francis. A fim de usufruir dos benefícios desse perdão, que os americanos chamam de ''waiver'', é preciso provar que um parente americano vai sofrer emocionalmente, fisicamente e financeiramente. Não é algo fácil de se conseguir.

''Não tinha mais o que fazer''

Para isso, Adelita teve de voltar para o Brasil voluntariamente. Depois de ser prisioneira dos Estados Unidos, ela lembra bem das dificuldades de ser uma imigrante ilegal na América:

''Durante todos esses anos, eu não pude arranjar emprego e tive de depender financeiramente do meu marido. E eu sentia muita saudade da minha família no Brasil, e não pude vê-los por nove anos! Foi algo muito difícil para mim. Meu avô faleceu e eu não o via há anos. De repente o perdi para sempre. Além disso, perdi oportunidades profissionais e de viagens. Por ser ilegal, paguei o triplo do custo da universidade. Fiz amizades com americanos, mas sempre mantive esse segredo de que eu era ilegal.

Tinha receio de as pessoas me julgarem, de me rotularem e de não verem a pessoa que eu realmente sou. Durante esses anos, tentei sempre olhar pelo lado positivo das coisas, mas, depois de tanto tempo, minha situação começou a pesar. A gota d'água foi quando a carteira de motorista expirou. Não tinha mais o que fazer.''

Ela voltou para o Brasil em maio de 2009, com Michael, seu bebê de 1 mês e meio, e sem saber se teria de ficar ausente por dez anos. Permaneceu em Santo André, na Grande São Paulo, até o dia da entrevista que decidiria sua vida, rezando para que a situação fosse finalmente resolvida. Adelita precisava que o governo americano abrisse uma exceção e perdoasse sua atitude impensada.

A espera não foi fácil. Francis a visitou com Joseph, o filho mais velho, em julho, e a família pôde passar curtas férias em Juqueí, no litoral paulista. Em agosto, ele retornou para os Estados Unidos, deixando o primogênito no Brasil para mais tarde ser levado de volta pra casa pela avó materna. Com a família separada, ela se sentia morta. ''Eu era quase como uma alma penada.''

''O natal foi cancelado este ano''

No fim do ano, Francis e Joseph voltaram para passarem o Natal juntos. Mas quando desembarcaram em solo brasileiro, a Polícia Federal impediu a entrada deles no país. Ao ouvir o menino chorar, um policial disse: ''O Natal foi cancelado este ano''. Os dois tiveram de voltar.

''Este é o meu apelo, do fundo do meu coração, com cada pedaço da minha integridade e das minhas crenças. Eu imploro por misericórdia e compreensão. Que seu senso americano de justiça faça o que é certo. Os fatos nesse caso vão mostrar que é certo perdoar minha esposa, Adelita, e deixar nossa família viver junta em paz'', pediu Francis em uma carta ao governo.

Em 17 de fevereiro de 2010, Adelita conseguiu o que parecia impossível: o perdão do governo americano. Em 31 de março, o novo visto chegou a suas mãos e desde 3 de abril de 2010 a skatista está legalmente nos Estados Unidos. A volta por cima foi merecida.

Hoje, a brasileira, aos 29 anos, tem uma empresa de publicidade e gerenciamento de redes sociais chamada Mariposa Social Media Marketing, e ocupa seu tempo andando de skate, trabalhando, e cuidando dos homens de sua vida. ''É preciso ter muita fé em Deus, mas antes de tudo, consultar um advogado'', conclui Adelita.

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