26 outubro, 2006

profissionalização feminina


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Hoje, o nível profissional é um sonho concreto entre as skatistas, depois de muita batalha. A inspiração que vem de fora atinge em cheio as mentes femininas e dá um bom resultado. Inspirações como Elissa Steamer, Jamie Ryes e Carabeth, que também deram início às novas profissionais Amy Caron e Vanessa Torres, entre outras, dão a importância do porque das profissionais.


Foram elas que mostraram alto nível nos campeonatos mundiais e que fizeram os primeiros vídeos femininos (A.K.A) e fotos cabreiras publicadas na Transworld Skateboarding, aliás, muito inspiradoras, chamando muito a atenção de patrocinadores.Acabaram abrindo novos caminhos e quebrando um tabu de que “menina era café com leite”. Quem viu alguns vídeos gringos femininos, viu que mulher tem capacidade de andar com muito nível.

Quem já não viu Elissa Steamer nas 411 VM? Então, elas não estão de brincadeira mesmo.Já aqui no Brasil, como a situação de patrocínio para a profissionalização feminina é bem complicada, ficamos no amador mesmo, exceto Patiane de Cássia, SP, a primeira skatista brasileira a se profissionalizar; Karen Jones, SP; e Larissa Carollo, PR. Elas foram as desbravadoras do skate feminino brasileiro.Bom, patrocínio gringo é sempre bem vindo, eles têm a mente mais aberta em relação a profissionais do skate, em outras palavras, eles valorizam mais o skatista, seja homem ou mulher.

Esse foi o caso da Patiane, com patrocínios da Gallaz e Daehonna, e Karen Jones, com Element e Globe. Agora, quem conquistou o mérito de ter patrocinadores brasileiros foi a Larissa Carollo, que é profissional da Urgh. Ela teve muita atitude (ela e a marca, principalmente).Claro que todas elas andam muito bem, que é o que conta quando o assunto é profissionalização. Deram o sangue, ganharam muitos campeonatos e mostraram nível nesses últimos anos. Agora elas têm a responsabilidade de mostrar, além de nível, ética e criatividade, coisas de profissional.

A Patiane teve participação no vídeo gringo feminino Vila Vila Cola, entre outras skatistas. Quem não viu, vale a pena ver. Ela mesma tem um model de shape, pela Daehonna. A Karen está pegando colocações boas na gringa, foi até campeã no vert. Aqui no Brasil ainda não rolam campeonatos nem no vert, nem no street, mas do jeito que o nível das amadoras está aumentando, logo haverá um campeonato pro feminino, até mesmo internacional.Agora, é investir em criatividade, vídeos, boas fotos e as marcas investirem neste futuro (o mais necessário hoje).


Por Tat Marquesredação -
redacao4@maryjane.com.br

Um comentário:

Ed Scander disse...

Muita legal, Tati! São as meninas acreditando na sua capacidade e alcançando voôs mais altos! Beijão.

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